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Prazer em conhecer!

Este final de semana tive uma grata surpresa, ao visitar a página virtual de um velho amigo, Radialista Mano Alves, me deparei com uma história de luta e de conquistas as quais não conhecia e confesso que fez aumentar minha admiração e amizade pelo nobre Poeta, Cantor, Compositor e Locutor. Reproduzo o texto para que todas conheçam um pouco mais deste grande artista ao qual eu tenho prazer em conhecer. Josivaldo Ramos
MINHA HISTORIA – MANO ALVES

Em 1975 saímos de Rio Largo, a pé, com destino a cidade de Murici, foi o pior dia da minha vida, caminhei o dia inteiro no asfalto de pé descalço, que tormento para uma criança de seis anos de idade e deficiente físico.
Eu sou MANOEL ALVES DA SILVA, nascido em 17 de Maio de 1968 em São José da Laje - AL, precisamente no sitio São Vicente, de propriedade do Sr. Antonio Ferreira.
Meu Pai, agricultor de nome Antonio Alves da Silva, conhecido por Antonio de Cais. Minha mãe, doméstica chamada Quitéria Alves da Silva.
Dia 07 de Abril de 1972 meu pai faleceu daí começou toda minha historia. Minha mãe conheceu outro homem, o Sr. José Alves (O seu Zé Aive).Viemos morar em Rocha Cavalcante na Rua Nova, minha mãe comprou uma casinha com o dinheiro que havia recebido da indenização da morte de mau pai. Éramos cinco irmãos, Júlia, Augusta, Sebastião, José Sérgio e eu. Minha mãe estava grávida de 06 meses do meu irmão Antonio Filho. Em menos de um ano faleceram quatro: Júlia, Augusta , Sebastião e Toninho, só escapou José Sérgio e eu.
Em 1973, minha mãe teve que vender nossa casa, o motivo briga do meu irmão mais velho. Fomos morar em Rio Largo, minha mãe separou-se do seu Zé, passou a trabalhar de doméstica em casas de famílias, trabalhou em várias casas. Não deu certo e por isso começou trabalhar no campo das usinas de cana de açúcar, após 06 meses o seu Zé voltou pra casa e começamos tudo de novo.
Seu Zé gostava de tomar uma “caninha”, minha mãe não concordava, era brigas e mais brigas e assim vendemos tudo que tínhamos e fomos viver como “ave de arribação”, sem lugar certo para morar, viramos “ciganos”.
Em 1975 saímos de Rio Largo, a pé, com destino a cidade de Murici, foi o pior dia da minha vida, caminhei o dia inteiro no asfalto de pé descalço, que tormento para uma criança de seis anos de idade e deficiente físico.
Não conseguindo chegar ao destino previsto paramos no Distrito de Itamaracá para dormir na estação de trem e no outro dia seguimos viagem. Ficamos hospedados em uma olaria de um senhor, cujo nome não me lembro, meu padrasto era oleiro e ficou trabalhando lá por três semanas, logo depois viemos parar na Fazenda Barra do Dia, hoje abandonada, depois fomos para Fazenda Cachoeira, também moramos nas Fazendas: Nincho, Paraíso, Campo Verde, Carrapateira, Dois Paus, Santo Antonio da Lavagem, por fim voltamos para Barra do Dia onde moramos 12 anos.
Durante este período que morei nas fazendas das usinas, trabalhei no campo como coringa, ajudante de trator, por fim cortador de cana de açúcar.
Em 1980 comecei a estudar na escolinha da fazenda, minha professora a Senhora Cleonice M. de Oliveira gostava muito de mim, por isso me ajudava com livros, pasta escolar, e até mesmo lápis, pois eu era tão pobre que não tinha condições de comprar.
Saia de casa às 04h00min horas da manhã para o corte de cana e voltava às 11h30min para estudar, muitas vezes não havia o que comer, ia pra escola com fome e dava graças a Deus quando chegava a hora da merenda.
Sempre fui o melhor aluno da classe, minha professora se orgulhava de mim, era muito inteligente e atencioso nas lições do livro (Novo Nordeste).
No segundo ano fiz minha primeira comunhão, Dona Cleonice me deu a farda, pois eu tinha me preparado durante seis meses, mas não tinham dinheiro para comprar a mesma. E assim a Diretora da Escola Nossa Senhora das Graças, a Irmã Nazaré, junto à professora compraram pra mim. Foi a primeira vez que vesti uma roupa nova (calças Us Top e camisa de gola pólo).
E assim consegui estudar por três anos e concluir a 3º série primária, não pude mais estudar, pois tinha que estudar na usina e meu padrasto não permitiu, pois eu teria que sair do serviço no máximo às 10:30horas da manhã, teria que esperar a caçamba da usina passar com os estudantes para eu poder ir a escola, e desta forma não daria para estudar, pois eu iria perder serviço e isso não podia acontecer, o orçamento de casa iria diminui e ele, claro, que não concordava, aliás, diziam naquele tempo que o estudo para filho de pobre era o cabo de uma enxada ou de uma foice.
Mas minha vontade mesmo sempre foi de ser cantor e locutor; vejam bem, eu era tato, como poderia ser cantor ou muito menos locutor? Na época eu ouvia muito Radio AM e me apaixonava cada dia mais, eram as emissoras: Difusora de Cajazeiras da Paraíba, Rádio Caturité de Campina Grade, Sociedade da Bahia, Olinda de Recife , Gazeta de Alagoas, Palmares AM, Progresso AM, Novo Nordeste de Arapiraca e Radio Sampaio de Palmeira dos Indos. Nosso rádio era um modelo bastante antigo ABC A VOZ DE OURO.
Em 1987 comecei a resolver minha vida, fui para casa de uma tia no Conjunto Benedito Bentes em Maceió, fiquei por alguns dias ai conheci a ADEFAL - Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas, comecei a visitar as Rádios da capital e logo aprendi tocar violão e comecei a cantar, muitas pessoas riam de mim por que na verdade era engraçado um cantor tato, mas não perdi o “rebolado” nem desisti do meu sonho de me tornar cantor e locutor de rádio, pois o ser humano é pra o que nasce.
Nesse mesmo tempo sem profissão definida, sem estudo, sem emprego e sem perspectiva alguma conheci o, então Senador, Guilherme Palmeira que me deu um grande presente, meu primeiro violão, por ironia do destino depois de quinze dias eu estava muito empolgado para me apresentar no programa do saudoso Sabino Romariz na TV Alagoas (Programa A Voz do Povo na TV) quando me roubaram o violão.
Mais uma vez eu fui enfrente, cantei sem violão, logo depois me apresentei no Programa do Alves Correa na AM 710, eu cantava e Alves Correia tocava na mesa da rádio e ria pra se acabar por que eu era tato.
Um belo dia conversando com minha prima Maria José ela disse que eu deveria tentar pronunciar as palavras difíceis que eu achava, como, por exemplo, casa macacas, coração, coco entre outras, com a língua ao invés de pronunciar com a garganta como era de costume. Comecei a exercitar e em menos de uma semana estava falando normal sem nenhuma dificuldade. Agradeci a Deus e a minha prima pela dica. A partir daí foi só alegria, comecei compor, cantar nos programas de Floracy Cavalcante, Humberto Maia e Batista Filho daí surgiu o nome Mano Alves batizado pelo próprio Batista Filho.
Na ADEFAL conheci muita gente importante como Dr. Walmir, Elias, Antonio Jerônimo e muitas outras com as quais eu aprendi que ser DEFICIENTE não é ser inútil. Aprendi lê e escrever, fiz curso de datilografia, fui fundador da primeira vassouraria da associação e passei a ser um dos diretores da mesma.
Foi lá que arrumei minha primeira namorada e também arrumei meu primeiro emprego no Matssubara Hotel de lavador de panelas, mas o meu objetivo era ser cantor e locutor de rádio.
Após seis meses sai do trabalho e vim embora pra casa da minha namorada que na época morava no povoado Caípe, próximo a Usina Laginha em União dos Palmares.Voltar a trabalhar no campo eu não queria mais, alias, nunca quis ,voltei para Maceió novamente e comecei a tocar violão juntamente com João Pires outro que assim como eu sonhava com o sucesso na vida artística, e hoje é um dos grandes comunicadores do Rádio Palmarino. Tocávamos no Candongas Bar, localizado na Rua Clementino do Monte, e os fregueses gostavam e até pagavam o couvert artístico.
Em 1988 o Rio Mundaú expulsou minha família das suas margens com uma grande enchente. Minha família perdeu tudo do pouco que tinha voltei pra casa e fomos morar no povoado Santa Fé, seu Zé comprou um terreno pequeno e fez uma casinha de pau a pique, onde moramos mais de 4 anos . Comecei tocar na Churrascaria Irmãos Ferreira de propriedade dos irmãos: Ferreira Ferragem, Tonho Lavanca e Magrão. Logo depois eis que surgia a Casa da Seresta do já falecido Edson de Paula que me fez um convite pra me apresentar as sextas e sábados, toquei muito tempo era tempo maravilhoso.
Em 1991 conheci o famoso sanfoneiro Mario Camelo, meu amigo até hoje, que me apresentou ao então diretor da Rádio Popular no Bairro Roberto Correia de Araújo, Manoel Feliciano, que logo em seguida me encaixou na programação, nesse tempo a equipe da rádio popular era formada por: Eliane Morais, Mario Bispo, Manoel Feliciano, Alexandre Tenório, Mario Sergio e agora o caçula da casa Mano Alves.
Comecei fazer o Programa Cultural aos sábados e o sucesso foi absoluto por mais de ano. A rádio popular era um serviço de som do bairro, tinha 18 cornetas espalhadas por todo o bairro Roberto Correia. Continuei cantando na noite e fazendo o programa, realizando meu sonho de ser artista e locutor.
Em 1991 foi inaugurada a primeira emissora de rádio em União dos Palmares Rádio AG FM de propriedade dos empresários Manoel Gomes do Barros e José Praxedes Neto pra qual fui convidado para compor o quadro de locutores ao lado de Mauro Correia, Lurdes Macena (Lurdinha), Luciene Peixoto, Ramon Lins, Thiago Correia e Alexander Campo, todos comandados pelo radialista e jornalista Ivan Nunes e seu Jaime Leão o chefe mais carrasco que já tive.
Vieram às eleições municipais, na qual trabalhei, foi a primeira que trabalhei em uma campanha política, José Praxedes foi eleito, logo após veio o pagamento, me mandaram embora.
Mas Deus não desampara os seus, eis que surgiu a Rádio Quilombo onde até hoje trabalho, apesar das turbulências consegui através de alguns amigos músicos gravar dois CDs de forró e estou fazendo um novo projeto que será gravar mais um CD e um DVD de brega. Até porque hoje comando o Programa Clube do Brega, uma das maiores audiências da rádio, graças a Deus e ao ouvintes que me acompanham. Sinto-me muito feliz por tudo que papai do céu tem me dado. Obrigado meu Deus!
Para ouvir algumas músicas de Mano Alves acessem o link
http://palcomp3.com/manoallves/#
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União dos Palmares: Berço de Mestres e Doutores das Ciências Exatas

Serra da Barriga em Foto de Paola Lins
Josivaldo Ramos com informações do CNPQ
Professor Doutor Marcos Petrucio de Almeida Cavalcante
Possui graduação em Matemática pela Universidade Federal de Alagoas (2000), mestrado em Matemática pela Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada - IMPA (2002) e doutorado em Matemática também pelo IMPA (2006). Pós-Doutorado. Institut Fourier - Université de Grenoble I. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Matemática / Subárea: Geometria e Topologia / Especialidade: Geometria Diferencial. Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Matemática. Atualmente é Professor Adjunto II da Universidade Federal de Alagoas. Tem experiência na área de Matemática, com ênfase em Geometria Diferencial.
Professor Doutor Wagner Roberto de Oliveira Pimentel
Possui graduação em Engenharia Química pela Universidade Federal de Alagoas (1997), mestrado em Engenharia Química pela Universidade Estadual de Campinas (2001) e doutorado em Engenharia Química pela Universidade Estadual de Campinas (2005). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de Alagoas. Tem experiência na área de Engenharia Química, com ênfase em Engenharia Química, atuando principalmente nos seguintes temas: REDES NEURAIS ARTIFICIAIS, MODELAGEM E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS, MODELOS CINÉTICOS, TERMODINÂMICA DO EQUILÍBRIO DE FASES, QUIMIOMETRIA (ESTATÍSTICA MULTIVARIADA).
Professor Mestre Márcio Henrique Batista da Silva
É Bacharel em Matemática pela Universidade Federal de Alagoas (2003) e mestre em Matemática pela Universidade Federal de Alagoas (2005), iniciou seu doutorado no IMPA (2006) e irá defender sua tese em fevereiro de 2010. Atualmente é professor assistente nível 1 da Universidade Federal de Alagoas. Tem experiência na área de Matemática, com ênfase em Geometria Diferencial, atuando principalmente nos seguintes temas: Desigualdades Tipo Simons, r- Curvatura Média, Operadores Elípticos e Imersões Isométricas.
Professor Mestre Marcius Petrúcio de Almeida Cavalcante
Bacharel em Matemática pela Universidade Federal de Alagoas (2007) e mestre em Matemática pela Universidade Federal de Alagoas (2007). Professor Assistente, nível 01, da Universidade Federal Rural de Pernambuco - Unidade Acadêmica de Garanhuns.
Professor Mestre Francisco Petrúcio Cavalcante Junior
Possui graduação em Matemática pela Universidade Federal de Alagoas (2000) e mestrado em Matemática pelo Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (2003) . Professor da Universidade Federal de Sergipe.
Professor Mestre Claudemir Silvino Leandro
É Bacharel em Matemática pela Universidade Federal de Alagoas e mestre em Matemática pela Universidade Federal de Alagoas, iniciou seu doutorado no IMPA. Atualmente trabalha na Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada. Tem experiência na área de Matemática, com ênfase em Geometria Direrencial, atuando principalmente nos seguintes temas: Superfícies mínima e superfícies de curvatura média constante.
Promessa palmarina: Alan Anderson da Silva Pereira
Medalha de Bronze - XV Olimpíada Norte Nordeste de Química, UFC; Menção Honrosa - Olimpíada Brasileira de Química, UFC; Medalha de Prata - XII Olimpíada Brasileira de Astronomia, SBA; Medalha de Ouro - VII Olimpíada Alagoana de Matemática, IM – UFAL; Madalha de Ouro - V OBMEP, IMPA; Medalha de Bronze - XXXI Olimpíada Brasileira de Matemática, IMPA; Medalha de Ouro - II Olimpíada Alagona de Química, IF-AL; Medalha de Ouro - VI Olimpíada Alagoana de Matemática, Departamento de matematica da UFAL; Medalha de Prata - XI Olimpíada Brasileira de Astronomia, SBA; Medalha de Ouro - IV OBMEP, IMPA; Mençao Honrosa - Olimpíada Brasileira de Física, SBF; Medalha de Prata - III Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), IMPA; Medalha de Prata - V Olimpíada Algoana de Matemática, IM – UFAL; Medalha de bronze na IV Olimpíada alagoana de matemática, IM – UFAL; Medalha de bronze na II Olimpíada Alagoana de Matemática, Instituto de Matemática - UFAL.
Josivaldo Ramos: É extremamente gratificante para mim, palmarino apaixonado pelo lugar onde nasci, começar o ano de 2010 com um belo exemplo de competência e de sucesso de nossos conterrâneos supra elencados, que suas histórias de vida baseadas na determinação, resignação, dedicação em busca de um sonho seja-nos o combustível que nos impulsionará a seguir na labuta diária de nossas vidas a fim de que um dia alcancemos nossos objetivos e possamos também nos tornarmos exemplos para gerações futuros. Tenho a honra de conhecer pessoalmente alguns dos Mestres e Doutores que hoje homenageio no “quadro prazer e conhecer”, mas mesmo aqueles que não os conheço pessoalmente são para mim motivo de orgulho pelo simples fato de sermos conterrâneos e, sobretudo contemporâneos. Parabéns a todos e um 2010 cheio de conquistas e realizações profissionais e pessoais.
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Você sabe quem é MARIA CLARA BUGARIM? Veja se a reconhece ao lado do Presidente Lula?


(Gramado, RS, 26/08/2008) Foto: Ricardo Stuckert/PR
Em recente homenagem ofertada à palmarina, Maria Clara Bugarim, o Deputado Stephanes Júnior do estado do Paraná justificou a homenagem dizendo que, como economista, reconhece a importância da classe contábil e acompanha o seu trabalho desde os tempos de escola. "E Maria Clara tem o mérito de ser a primeira mulher a ocupar a presidência do CFC em toda a história da instituição. Suas gestões (2006/2007 - 2008/2009) são marcadas por sua habilidade interlocutória em abrir espaços, tanto no âmbito nacional quanto no âmbito internacional, para as discussões que envolvem a profissão contábil. Na área acadêmica destaca-se pelo acompanhamento sistemático, marcando o posicionamento da gestão (CFC) quanto às discussões sobre os novos rumos da educação superior no Brasil, especificamente na área do curso de Ciências Contábeis, bem como centrando esforços no sentido de privilegiar a Educação Continuada, instrumento eficaz na formação do profissional da contabilidade", afirmou o deputado. Veja outras deferências a nossa conterrânea:
Antes e depois
"A classe contábil brasileira é, sem sombra de dúvidas, uma antes e outra depois de duas grandes personalidades: uma é Maria Clara à frente do CFC e a outra é Valdir Pietrobon, na Fenacon", disse o presidente do CRCPR, Paulo Caetano.
Pietrobon declarou que só teve sucesso em diversas frentes porque sempre contou com o apoio da presidente do CFC.
"A Maria Clara entrou quebrando paradigmas, quando poucas mulheres faziam parte das entidades e muito menos chegavam a dirigentes", acrescentou o presidente da Fecopar, Divanzir Chiminacio, que destacou, entre seus feitos, a elaboração da proposta de atualização da lei contábil. Naciso Doro também assinalou que a sua participação representou o reconhecimento da inteligência e da competência da mulher brasileira, trazendo para o seio da classe discussões fundamentais como sobre a solidariedade e a responsabilidade social.
Narciso Doro também assinalou que a participação da presidente do CFC representou o reconhecimento da inteligência e da competência da mulher brasileira, trazendo para o seio da classe discussões fundamentais como sobre a solidariedade e a responsabilidade social.
Valorização da classe
Ao agradecer, Maria Clara afirmou que a sua maior preocupação tem sido valorizar a profissão contábil no contexto social e da economia. Procurou consolidar o movimento de organização das mulheres contabilistas por meio da criação de comissões, em todo o País, encarregadas, entre outras coisas, pela realização dos encontros estaduais da mulher. Ela disse ainda estar orgulhosa por conduzir o processo, marcado pela harmonia, acolhendo as melhores lideranças nacionais na composição da próxima gestão do CFC.
Contadora e também graduada em Administração de Empresas e em Direito, mestre em Controladoria e Contabilidade pela Universidade de São Paulo (USP) e doutoranda em Engenharia e Gestão do Conhecimento pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), ela nasceu em União dos Palmares (AL). Maria Clara presidiu o Conselho Regional de Contabilidade de Alagoas (1998/2001), a Fundação Brasileira de Contabilidade (2002/2005) e ocupou a cadeira de conselheira do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), entre inúmeros outros cargos e funções no Estado de Alagoas e em nível nacional.
Fonte: CFC
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Blog A Terra da Liberdade. Parabéns e obrigado!

Parabéns aos organizadores e autores do Blog A Terra da Liberdade. Ao FRANCO MACIEL e ao colaborador (Indispensável) JOSÉ MARCELO PEREIRA parabenizo pelos mais de 30 mil acessos alcançados esta semana. Isto é fruto da imparcialidade, diversidade, foco na cultura, história e, sobretudo nos palmarinos. Estes 30 mil acessos são apenas um dos pilares da vitória por vocês alcançada o outro, mais importante frise-se, é a humildade com que vocês têm desenvolvido este belo trabalho, desta forma preparem-se para os primeiros 300 mil acessos, pois muitos outros virão em breve. Estou sempre acessando e indicando para os amigos. Parabéns!
Aproveito o ensejo para agradecer pela deferência espontânea proferida sobre minha pessoa com a publicação no quadro, FILHOS ILUSTRES, do texto adaptado, QUEM É JOSIVALDO RAMOS? No momento em que agradeço pela lembrança e reconhecimento quero ressaltar, apenas, que JOSIVALDO RAMOS é alguém como você (Demais palmarinos) que ama e sonha com uma União dos Palmares e uma Alagoas melhor e mais justa para todos. Muito Obrigado!
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COMPANHEIRO MENDONÇA NETO (PSOL) SE TRATA DE ENFERMIDADE NO RIO DE JANEIRO

Quem já teve a oportunidade de ler seus valorosos artigos publicados no Jornal Semanário Extra de Alagoas, sabe da importância deste guerreiro alagoano, Advogado e Jornalista, já fora Deputado Estadual e Federal por Alagoas e filiou-se esse ano ao PSOL-PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE, com objetivo de disputar uma vaga nas próximas eleições, possivelmente, como Deputado Federal.
Tomamos conhecimento de sua enfermidade quando enviamos ao companheiro o convite para nos acompanhar em uma visita que faremos a União dos Palmares entre os dias 30 de outubro e 02 de novembro.
“Estou em tratamento e sem nenhuma vontade de ser derrotado. Ânimo firme, cercado pelo imenso carinho da família e dos amigos, revejo o Rio, suas belezas incomparáveis, tantas outras vezes estive aqui, aqui formei-me e iniciei minha vida de jornalista.
Agora é luta e só tenho recebido estímulo e correntes positivas. A moderna medicina encontra respostas para tudo e estou confiante em vencer mais esta batalha da minha vida.
O Eclesiastes fala que há tempo para tudo debaixo do sol. Tempo para trabalhar e descansar, falar e calar, viver e morrer. Mas, quando voce é atingido por um inimigo quase letal, o tempo deve ser dedicado, todo ele, a reunir suas energias e lutar pela vida.
Sou otimista e creio nas energias positivas que me mandam de todos os lugares. Confio nesta nova medicina que encontrou como atenuar, diminuir, e até curar estes tumores de rim.
Sou um lutador e se sofro a angústia da expectativa, tenho em meu redor as pessoas que mais amo, torcendo, ajudando e trazendo aqueles fluidos de que só o amor é capaz.
Penso sempre nas Alagoas, na sua beleza incomparável, no seu povo sofrido e tenho esperança que este povo saberá construir um novo destino com mais justiça social e solidariedade.
O coração humano, como a mente, é capaz de operar milagres, se você acreditar. É mais uma batalha, embora gigantesca, mas eu não a temo. A doença pode me destruir, jamais vencer, porque não me verá nunca capitular.
Na lição da medicina, na vida, tudo se resume a fugir ou lutar. Já escolhi o meu lado, estou pronto para a luta e convencido da vitória final.
O tratamento durará um mês ou dois e estaremos sempre juntos, para falar de nossos sonhos e de nossas esperanças e aprender nas dificuldades, a não desistir nunca. Esta é a minha mensagem para os alagoanos e para todos os amigos.”
Mendonça- Nós de União dos Palmares estamos orando por você e lhe aguardando para mostrarmos todo nosso carinho, respeito e admiração. Alagoas precisa de sua luta, que Deus te abençoe e te fortaleça para que possamos representar o PSOL em 2010 ao lado de Heloísa Helena, Ricardo Barbosa, Mário Agra e todos os outros companheiros do partido. Por uma Alagoa melhor e mais justa esperamos em Deus a sua melhora.
JOSIVALDO RAMOS
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ADVOGADO RICHARD MANSO PASSA A COLABORAR COM BLOG DO JOSIVALDO RAMOS

RICHARD WAGNER MEDEIROS CAVALCANTI MANSO.
Advogado, nascido em Maceió, tem 44 anos de idade é Pós – Graduado e Especialista em Direito Processual pela UFAL – Universidade Federal de Alagoas/Tribunal de Justiça de Alagoas/Escola da Magistratura Alagoana - ESMAL. Assistente Técnico do Tribunal de Justiça de Alagoas há 24 anos (Cargo com atribuições a de Procurador segundo Lei Estadual). Ex – Procurador Geral dos Municípios de Viçosa/AL, Pindoba/AL, Campestre/AL. Arrecadador Fiscal na esfera administrativa tributária, dos Municípios de União dos Palmares/AL, Campestre/AL, Jundiá/AL, dentre outros. (Especialista em Processo Administrativo e Judicial Tributário). Ex – Secretário de Finanças do Município de Campestre/AL. E passa a partir de hoje, a colaborar periodicamente com o Blog do JOSIVALDO RAMOS, em sua primeira colaboração postaremos, logo mais a noite um fragmento de um dos seus valorosos artigos.
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CONHEÇA MAIS SANDRO BECKER!

EMANUEL DO VALE TRINDADE, mais conhecido como SANDRO BECKER, nasceu no dia 12 de agosto de 1954 em União dos Palmares, Alagoas, onde aprendeu a tocar instrumentos e cantar. Iniciou a carreira artística como radialista em Maceió no ano de 1972. Segundo ele, essa iniciação se deu porque desde criança, quando tinha extremo fascínio pela rádio. Hoje, diz que nada vai acabar com a magia da "caixa de segredos", como chama, mídia na qual iniciou sua longa experiência profissional. Em 1975, participou de um concurso de calouros no programa do Chacrinha, no Rio de Janeiro, onde competiu e ganhou não só o prêmio final, mas também o apreço do apresentador de TV. Sobre o seu nome artístico, adotado nesta época, Sadro afirma que o sobrenome foi escolhido por causa da atriz brasileira Cacilda Becker e que foi o “soar bem” do seu nome que facilitou o “empurrão” para conseguir se apresentar no CHACRINHA, já que o prazo das inscrições do concurso estava encerrado quando ele chegou à competição.

Na música, iniciou com um gênero musical diferente do que canta hoje: o rock rural, propagado por nomes como RAUL SEIXAS E SÁ, RODRIX E GUARABIRA. Entretanto, o humor e a irreverência começaram a ganhar notoriedade, o que fizeram com que o artista decidisse seguir outro estilo. Assim, começou a incluir em seu repertório músicas com um tom malicioso, o chamado Forró Malícia, e surgiram sucessos como “A VELHA DEBAIXO DA CAMA”, “O GATO TICO” E “JULIETA”, que rendeu a ele 1 milhão de cópias em 1986, ganhando dois discos de ouro e troféus variados. Evangélico desde muito cedo, diz que a religião deve ser respeitada, mas isso não significa necessariamente ser limitado ou “quadrado”. Prova disso é a afirmação do cantor, que diz que apesar de cantar músicas com tom malicioso, elas são feitas de forma inteligente, sem a utilização de palavras de baixo calão; nos shows, não há dançarinas seminuas, como acontece com muitas bandas de forró atualmente.
Apesar de ser mais reconhecido por cantar músicas do Forró Malícia, tem em seu repertório letras como “XOTE DOS MILAGRES”, que fez bastante sucesso com a BANDA FALAMANSA. Tem grande admiração por letras inteligentes e maliciosas ao mesmo tempo e seu grande ídolo – e amigo também – foi LUIZ GONZAGA. SANDRO BECKER CURSOU DIREITO E SE FORMOU, mas não pretende seguir a carreira jurídica. Com espírito e comportamento ético, o artista não se conforma com o pagamento de jabá para que as músicas sejam tocadas na rádio ou na TV. “Isso é assinar: eu não tenho valor, eu não sou artista”, concluiu.
Texto: Patrícia Dantas/Assessoria. Fotos: Vinícius de Oliveira/Assessoria.
Blog do Programa Xeque-Mate
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